Culture and Management in the Americas; a book by Alfredo Behrens top be published in Portuguese in October of 2006 by Saraiva.

O subdesenvolvimento da Administração na América Latina

Alfredo Behrens

Fellow, CNEM –

London

Business

School

[1]

Septiembre 2006

En este lustro asistiremos a las conmemoraciones del centenario de la llamada administración científica.[2]  Cien años después las escuelas de administración de América Latina podrían verse aún  menos bien de lo que merecen porque aunque su investigación es parca, no luce. Es parca porque las escuelas son más nuevas y se dedicaron mas a enseñar que a investigar y lo poco que se investiga encuentra canales de diseminación exiguos y de poca cobertura. Lo que se investiga en México no se conoce en el Brasil y viceversa.

Sin una red de investigación las escuelas latinoamericanas pierden la oportunidad de formar cuadros administrativos en mejor sintonía con las culturas latinoamericanas. Nos hemos contentado demasiado con traducciones de los métodos norteamericanos. Esto es aún más grave de lo que aparenta ser.

Todos los libros de liderazgo enfatizan el importante papel del carisma como ingrediente fundamental en la eficacia del líder. Pero lo que es carisma para un latinoamericano pudiera no serlo para un americano. Esto aparece claramente en la política – donde difícilmente un Franklin D. Roosevelt podría haber derrotado un Perón en las urnas argentinas. Pero carisma también juega un papel fundamental en las empresas. El problema aparece en las subsidiarias de las empresas americanas en Latinoamérica. Las matrices eligen para las subsidiarias jefes aceptables a los ojos de las matrices, pero estos jefes podrían no reunir las cualidades esperadas del líder en Latinoamérica. Peor aún, estos jefes ungidos por las matrices, en la falta de alternativas, aplican el catecismo anglosajón de selección, motivación, evaluación de desempeño, promociones y despidos. Es un error porque si bien los latinoamericanos somos igualitários no somos anglosajones, somos jerárquicos también. Aquí corre un serio riesgo quien le diga al jefe lo que piensa. Por eso los instrumentos de evaluación del tipo 3600 tienen algo de falluto en Latino-América.

Aún así los jefes ungidos por las matrices se sorprenden cuando los latinoamericanos no rinden como sus pares norteamericanos. Antes que atribuir el bajo rendimiento a su propia deficiencia como líderes, o a la ineficacia de sus técnicas administrativas,  estos jefes  atribuyen el bajo rendimiento al desdén por el trabajo entre latinoamericanos. La explicación es inaceptable hasta porque pasa por alto que los mismos funcionarios que no rinden en

la Xerox

de Rio de Janeiro trabajan meses sin remuneración ni cuentan con consultores con MBA pero si entregan en el día combinado un desfile de Carnaval que es un espectáculo de clase mundial.

Obviamente las técnicas y el estilo de organización y liderazgo no parecen satisfacer las expectativas culturalmente definidas por los pueblos latinoamericanos, y hasta posible que nuestras recientes dificultades de crecimiento e innovación tecnológica sean el resultado de la creciente alienación de la administración de nuestras organizaciones.

Estamos próximos de hacer que nuestros pueblos se sientan extranjeros en su propia tierra. Este proceso, que frecuentemente viene revestido de una áurea de modernización, está provocando una oleada primitiva de vuelta a las raíces latinoamericanas sin que las élites intelectuales hayan ofrecido una nueva forma de organización social capaz de ofrecer un contenedor urbano para poblaciones que aún no son urbanas aunque no  hayan dejado de ser rurales.


[1] Autor del libro Cultura e Administração nas Américas, com publicación em português prevista para octubre de 2006. E-mail: abehrens@london.edu o alfredobehrens@gmail.com

[2] Frederick Taylor publicó en 1911 su  "The Principles of Scientific Management," pero antes de eso asistiremos a las conmemoraciones del centenario de diversos de las mas prestigiosas escuelas de negócios norteamericanas, por ejemplo, Harvard Business School en 2008.

É necessário desenvolver um estilo nacional de administrar para permitir ao brasileiro a sua realização no trabalho. Assim aumentaremos a produtividade e a nossa competitividade internacional e contribuiremos à harmonia interna.

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Aprendendo a cozinhar

com o que se tem

Alfredo Behrens

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Resumo

A Administração foi desenvolvida por povos frugais, sistemáticos e impessoais. Jocosamente poderíamos chama-los de povos Vikings. Para que no Brasil não faltem Vikings - e sobrem brasileiros - precisamos desenvolver um estilo administrativo que, usando menos Vikings, permita tirar o melhor do que é abundante: o brasileiro macunaímico.

    

Abstract

Asceticism was never a Brazilian cultural trait, and, given the size of the American budget deficit, one might as well say that asceticism is no longer an American cultural trait either. Besides, Harvard professor Harry Levinson had already called “asinine” many of the work incentives developed in the field of business management.

In this article I suggest that Brazilians are the cultural opposite of Americans, when it comes to significant attitudes at work. At a time when the underpinnings of Anglo-Saxon managerial wisdom are re-examined, it would look like a good opportunity for Brazilians to start shaping their own management style.


A globalização revelou uma insuficiência nas técnicas administrativas: desenvolvidas para uma cultura em particular, elas perdem eficácia em outras. O lado bom é que há muito boas perspectivas para aumentar a nossa produtividade aplicando técnicas administrativas mais alinhadas com  as especificidades da nossa cultura.

As diferenças culturais dizem respeito às diferenças de atitudes profundamente enraizadas no mais íntimo das populações. Refletem, por exemplo, diferentes propensões ao risco e à iniciativa individual, à forma de lidar com a autoridade ou mesmo distintas necessidades de reconhecimento.

Não há certo ou errado nas culturas nacionais. O erro está em não aproveitar a cultura brasileira para alavancar a nossa eficiência. Para alcançar maior produtividade as empresas precisam aprender a transformar a administração para aproveitar as  características culturais da sua forca de trabalho. Isto é, se trata de transformar em vantagens competitivas o que poderiam ser obstáculos. Esse é o verdadeiro desafio.

Em analises culturais,  o brasileiro empregado em corporações internacionais tem-se mostrado relativamente avesso ao risco, coletivista, falto de iniciativa. No entanto, nas escolas de samba, na EMBRAER  e em outras empresas de gestão nitidamente nacional, os brasileiros têm um desempenho com melhores resultados.

A grande razão para uma avaliação crítica dos brasileiros nos estudos de diferenças culturais parece estar no estilo da gestão aplicada aos funcionários. Em empresas que usam estilos  de administração originários em outras culturas, estes podem ser adequados para apenas uma fração dos empregados;  a maioria faz como pode. Não se acha parte do todo, em detrimento da sua produtividade. A razão disto é que os estilos de administração desenvolvidos, são principalmente anglo-saxônicos; desenvolvidos para os povos de Max Weber, que seriam; frugais, sistemáticos e impessoais; ergo: Vikings.

Esquematicamente podemos resumir as características culturais das populações  em quatro grandes dimensões.  As mesmas  estão indicadas na tabela abaixo; cada uma associada a algum dos seus impactos em  empresas administradas no estilo anglo-saxão predominante.

Dimensões culturais fortes no Brasil:

Como se revelam no funcionário

Implicações administrativas para o padrão anglo-saxão

Resultados

Tendência autocrática

Não contesta a autoridade

Diálogo de mão única

Feedback é apenas ritual, erros não são corrigidos

Coletivismo

Fortes laços de lealdade ao grupo de referência

Grupos de trabalho blindados aos de fora

Desempenho das equipes alinhado pelo rendimento do mais fraco

Aversão ao risco

Relutante a tomar riscos

Pouco confortáveis com a ambigüidade, preferem regras precisas

Pouca inovação

Feminilidade

Modesto, evita sobressair-se, protege os fracos

Baixa ambição, convive bem

com a ineficiência

Isolamento social de quem se sobressai

Nos EUA o panorama cultural no ambiente de trabalho é exatamente o oposto, para cada uma das dimensões culturais consideradas na tabela. É  natural que, quando aplicado no Brasil, o sistema administrativo americano não produza os mesmos resultados que nos EUA, salvo num segmento relativamente pequeno da população. Este seria o segmento assimilado culturalmente pelo padrão de globalização em curso. Mas para a grande maioria da população,  a empresa é um lugar incomodo aonde se vai para ganhar o pão, mas não para fruir.

Frente a escassez de candidatos globalizados a resposta adaptativa das empresas se tem dado pela política de recrutamento e retenção, focada no favorecimento dos indivíduos de perfil cultural mais condizente com o norte-americano. Sobre estes empregados aplicam-se as técnicas de incentivo e controle padrão da gestão americana.

Assim é  que encontramos empresas nas quais o ambiente de trabalho, desde a arquitetura até a concepção  espacial, não parece brasileiro. É um caminho de adaptação, mas se esgota rapidamente porque os indivíduos globalizados são relativamente escassos no mercado de trabalho e custam mais caro, sacrificando a competitividade.

Também não é possível nem desejável transformar a cultura do país. A sugestão,  é adaptar a administração ao estilo cultural do país.  O grande desafio está em desenvolver um sistema administrativo alicerçado na cultura brasileira e que atenda aos requisitos de competitividade internacional.

Para realmente aproveitarmos o grande contingente de brasileiros é necessário dar resposta efetiva em todas as dimensões. Ainda em relação aos problemas apontados na tabela, é necessário, resumidamente:

  • Criar mecanismos de feedback  que aproximem o tomador de decisão da linha de frente da organização. O feedback tradicional não funciona bem em culturas autocráticas.
  • Gestão de equipes com elementos reconhecimento individual; mecanismos de avaliação indiretos e objetivos, permeáveis aos grupos. Isto reconhece a força dos grupos e os incorpora produtivamente ao evitar que sua produtividade se alinhe com a do menos eficiente.
  • Maior tolerância com os erros. Isto favorece um ambiente de inovação.
  • Liderança mais inclusiva. Isto atende à inclinação autocrática brasileira, gerando uma liderança que protege e serve ao funcionário.

Isso é que é preguiça!

Perdido está o administrador

que esquece o seu muiraquitã.

Alfredo Behrens

Abstract

Brazilian cultural traits, among which a marked orientation towards collectivism, may be favoring the choice of public sector employment among the better educated, depriving the private sector of the talent necessary to ensure the shy country’s international competitiveness. I sugest bridging the gap between corporate organizational culture and national culture as a means of enhancing managerial effectiveness and international competitiveness.

Resumo

Com a característica irreverência do brasileiro é atribuída à preguiça a alegada preferência do brasileiro pelo emprego público. A diversão esconde uma dor mais profunda. O emprego público atenderia melhor do que o emprego no setor privado às características da cultura brasileira, que mostra um marcado coletivismo e aversão ao risco. Isto poderia ter importantes desdobramentos, pois a preferência dos mais titulados pelo emprego público estaria privando o setor privado do potencial inovador necessário para competir internacionalmente, uma opção que também não é favorecida pela cultura brasileira.

Artigo

A cultura brasileira é mais coletivista e mais fechada ao mundo exterior do que a cultura do povo dos EUA. A primeira característica atrapalha a eficácia no Brasil de técnicas administrativas desenhadas para culturas individualistas. A segunda característica limita ao mercado interno as soluções da inteligência brasileira, privando o setor produtivo do tamanho do mercado necessário para diluir no volume de vendas o custo da inovação.

200411wyeth_002_2

Daí que a inovação brasileira que concorre no exterior seja principalmente fruto da pesquisa desenvolvida ou financiada pelo governo. Isto vale tanto para a tropicalização da semente da soja, pela Embrapa, quanto para a EMBRAER ou a Petrobrás.

Seriamos coletivistas e fechados ao mundo a esse ponto? Uma forma de revelar estes traços culturais é compararmos o que os eleitores quiseram ouvir nos EUA e no Brasil em dois momentos históricos semelhantes: quando os povos votaram por governos de renovação: o do Presidente Kennedy e o do Presidente Lula.[1]

Nos dois discursos há até diferenças de estilo; o discurso de posse do Presidente Lula é quase três vezes mais extenso que o do Presidente Kennedy. Também há diferenças de foco, o Presidente Kennedy menciona “Ciência” duas vezes, mas “fome” nenhuma vez. Esta aparece 13 vezes no discurso do Presidente Lula que totalmente omite a referencia à “Ciência”.

Mas ambos são discursos de renovação; tanto que o Presidente Kennedy usa inclusive três vezes a palavra “revolução” enquanto que o Presidente Lula, possivelmente atento às criticas conservadoras,  omite totalmente a palavra “revolução” e opta pela 11 vezes por  “reforma”, sua forma moderada.

200411coletivista_004_1

Individualismo versus Coletivismo

A sociedade americana é notadamente individualista e libertária. Para essa sociedade o Presidente Kennedy alude à  “liberdade” 10 vezes, enquanto que o Presidente Lula nenhuma vez sequer. Ainda, quando o Presidente Lula se refere ao individuo o faz negativamente, se referindo ao “egoísmo” do “individualismo”.

Eliminado o individuo do discurso do Presidente Lula, este se dirige às pessoas entanto que membros de organizações ou conjuntos: povo, família, partido, nação, país. Ajustada pela diferença de extensão dos discursos, esta abordagem coletivista do Presidente Lula é duas vezes mais freqüente do que no discurso do Presidente Kennedy.

O tamanho do mundo de cada um

O “nós” do Presidente Kennedy é a humanidade. Esta aparece sete vezes mais no discurso de Kennedy do que no discurso do Presidente Lula. No discurso do Presidente Kennedy as referencias ao “globo” e ao “mundo” são quatro vezes mais freqüentes do que no discurso do Presidente Lula, que pronunciou se discurso quatro décadas mais tarde. 200411humanidade_006_1

Já a referência à nacionalidade (brasileiro/a ou americano/a) aparece quase duas vezes mais no discurso do Presidente Lula do que no do Presidente Kennedy.

Significado das diferenças

Discursos de posse não são apenas discursos de vitória e balizamento; são discursos apelando à união após a definição de uma contenda eleitoral. São discursos que buscam despertar ressonância em todo o eleitorado, mesmo entre aqueles que não tenham votado por esse presidente. Por isto esses discursos apelam à orientação cultural primordial.

As grandes diferenças entre os discursos dos Presidentes são justamente as que apontamos acima: a cultura brasileira seria mais orientada a formas coletivistas de relacionamento e ação; e seria menos aberta ao mundo do que a cultura americana; que busca projetar a sua imagem no exterior.

Esta projeção se manifesta inclusive na aplicação no Brasil das técnicas administrativas desenvolvidas pelas empresas americanas. São técnicas pobres em teoria, mas provadas na prática, nos EUA. Refletem o que funciona melhor na sociedade americana, que é mais individualista do que a brasileira.

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Como as técnicas são pobres em teoria e produto de uma sociedade universalista triunfante, esta acredita que suas técnicas administrativas deveriam funcionar igualmente bem em qualquer sociedade. Porem, as técnicas foram provadas numa sociedade individualista. Quando transpostas ao ambiente brasileiro essas técnicas administrativas precisariam ser adaptadas porque no Brasil, mais coletivista, o grupo de referencia do individuo tem um peso que nos EUA não tem.

Numa orientação coletivista o individuo é definido pelas suas relações de pertinência; a busca do sucesso individual cede lugar à lealdade ao grupo. No Brasil o triunfo individual isola, não é prêmio. A  cultura brasileira tem uma forte orientação coletivista, ao menos quando comparada à cultura dos países anglo-saxões. Nestes,  a iniciativa individual não é apenas esperada, ela é recompensada. Entre nós a iniciativa individual precisaria ser endossada pelo grupo de referencia do individuo. Sem esse endosso o individuo perde o apoio do grupo ao qual deve lealdade. Um ambiente sem fortes laços de lealdade não é um ambiente grato a nossa cultura.

No Brasil, o setor privado moderno emula técnicas administrativas do universo cultural anglo-saxão, estimulando a competitividade individual através dos incentivos pecuniários e outros. Há um segmento globalizado da população brasileira que se acomoda com relativa facilidade no clima organizacional norte-americano. Mas não seria a maioria da população. Tanto que o Presidente Lula, porta-estandarte do anseio coletivista, derrotou seu adversário por 2 a 1; adversário este que, na época, representava uma perspectiva mais cosmopolita, visto que era associado a uma corrente política que tinha propiciado um aumento significativo dos investimentos diretos estrangeiros no Brasil.

Não é defeito uma orientação coletivista; no Japão ela seria ainda maior. O defeito radica na falta de sintonia entre a cultura nacional e a cultura organizacional propiciada pelo estilo administrativo. Nesse  hiato prospera a ineficácia; sacrifica-se a eficiência porque os trabalhadores não respondem no Brasil aos mesmos incentivos da forma que respondem nos EUA. 200411tarsila

Sugiro, inclusive, que a perda não estaria apenas na eficiência dos que estão empregados no setor privado, trabalhando sob culturas organizacionais que não refletem seu íntimo. A perda se daria também pelo desinteresse de trabalhar no setor privado entre aqueles que podem optar pelo ambiente em que gostariam de trabalhar.  Grandes talentos estariam sendo alijados do setor privado brasileiro porque o clima organizacional deste não condiz com o que os brasileiros almejam como um lugar para trabalhar. O setor público brasileiro é brasileiro até na sua administração; ali os brasileiros sentem-se na sua casa e do setor público não querem sair; tem até fila para entrar, como fica evidente cada vez que se abrem concursos.

   

Esta poderia ser ao menos uma das razoes pelas quais o setor público atrairia tantas pessoas tão altamente tituladas, enquanto que o setor privado emprega tantos dos quem não tem competência para passar nos concursos públicos. Esta poderia ser, inclusive, uma das razoes pelas quais temos nas universidades uma proporção de cientistas e engenheiros duas vezes maior do que nos paises desenvolvidos. Parte da explicação pode ter profundas raízes culturais e a solução passaria por adaptar a administração das empresas à cultura brasileira.

Essa é a questão e não esta plenamente nas mãos do governo mudar a situação. A solução  esta também na capacidade do setor privado aprender a atrair e reter talentos com a ênfase  com que desenvolve o talento de produzir e vender seus produtos no mercado interno. Infelizmente este esforço não vem sendo realizado. O setor privado parece se deixar seduzir pela fácil realização de jamborees de cultura administrativa importada, pagando-se pequenas fortunas para assistir ao que poderia ser lido em livros. Isso é que é preguiça!

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Para descansar a vista:

Sobre o discurso de Kennedy, leia “Ask Not, Tell Not,”de Louis Menand, em The New Yorker, Novembro 8, 2004 pp 80-89.

Para cultura brasileira: DaMatta, Roberto; “A Casa e a Rua” Editora Rocco, 1997

Para o impacto da cultura brasileira  na cultura organizacional desenvolvem-se importantes esforços em torno dos Professores Fleury da  FEA/USP e de Motta e Caldas na EASP da FGV. Ambos grupos editaram interessantes coletâneas:  “Cultura e Poder nas Organizações”, Fleury e Fisher, Editora Atlas 1996; e “Cultura Organizacional e Cultura Brasileira”, Motta e Caldas, Editora Atlas 1997.

Ilustrações, na ordem em que aparecem:

  • Andrew Wyeth, Christina’s World, 1948
  • Tarsila do Amaral, Operários, 1933


[1] Em comparações internacionais o Brasil aparece marcadamente coletivista e avesso ao risco, alem de tolerante com a desigualdade na distribuição do poder. No entanto, esses estudos (a la Hofstede, 1980) tem sido criticados pela pouca representatividade das amostras escolhidas e por outros problemas metodológicos. Minha abordagem é uma tentativa de i) referendar a importância dos achados acima, de ii) alertar os executivos dos vícios implícitos nas suas técnicas administrativas, assim como de iii) colocar a disposição dos colegas uma metodologia barata para realizarem estudos semelhantes e validar estes achados no nível regional.

‘Off-the-shelf’ corporate leaders? Beware, they have a ‘best by’ due date! Also in this issue, leadership and organizational culture: one leader does not fit all!

Download 2004-10-Oct.htm

Sex, Lies and Innovation: on branding, corporate organization and the drive for competitiveness through innovation. Also; Self-esteem in Latin American development.

Download 2004-08-Aug.htm

To SAP or not to SAP? and Culture in the corporation, an exchange with Theodore Zeldin.

Download 2004-07-Jul.htm


'A Room with a Loo' (Coercion at the Workplace) and ' Emailing for Results'

Download 2004-06-Jun.htm

'In their father's image' (endownment of managerial knowledge in developing countries) 'King Solomon at work in a business valuation quagmire'

Download 2004-05-May.htm

My Kingdom for a Buck! or how wrapping goods in nationalism may buckfire!; and Selling to the Poor May Well be Your Next Market.

Download 2004-04-Apr.htm

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